Sabe aqueles dias em que tudo parece dar certo dentro do supermercado?
Primeiro, você entra na loja e o garoto que sai catando carrinhos por aí taca um carrinho na sua perna e nem pede desculpas.
Segundo, você vai olhar caixas de som pra colocar no seu computador (pra ver se compete com o vizinho de baixo que só escuta “Funk da TUF”) e nas tabelas de preço só tem o preço parcelado. Não diz nem o tanto que irá totalizar todas aquelas parcelas e nem diz o quanto sai à vista (essa eu não fotografei porque não deixaram).
Terceiro, vou comprar frutas e dou de cara com isso (essa aqui é mais pra implicar mesmo com a falta de informação):

Isso é o preço da unidade ou do quilo? (visto que aqui no Ceará, toda fruta é cara, esta é uma pergunta completamente coerente =P)
Depois disso, dou de cara com uma pilha de artigos para a cozinha em promoção. Todos empilhados, jogados um por cima do outro.

O que faço? Lógico que, como qualquer bom cidadão educado, vou e me atiro por cima de todos, enfiando a mão pra ver qual produto sai mais em conta, quando descubro da pior maneira possível isso:

Uma faca sem embalagem ou ao menos uma proteção para que ninguém se corte na lâmina.
Vou reclamar e o que acontece? “Não é culpa nossa senhor. Não podemos supervisionar o que os clientes fazem com a mercadoria.”
Tá certo…
Querem uma dica? Se acontecer isso com vocês, filmem alguém se cortando (nem que seja de propósito) e depois processem a empresa.
Eu mesmo perdi minha chance de fazer isso…
E pensar que no final a fiscal dos caixas ainda teve a “pachorra” de tentar me convencer a não ficar com o cupom fiscal só porque daria mais trabalho para ela tirar uma xerox e depois me entregar a original (eles passaram vários itens a mais).
Será que eu posso dizer qual o supermercado que vocês não devem ir ou dá pra deduzir só pelas fotos?!









